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Viagens, opiniões e afins

by Andre Fonseca


Muita coisa acontecendo por aí… Vamos tomar uma cerveja?

Por várias vezes que posso me procuro ir tomar uma cerveja com meus amigos. Essa cerveja é chamada de #horaextra e acabou ficando famosa. Mas é só uma cerveja onde amigos, a maioria trabalha no mercado de TI / desenvolvimento,  se encontram e conversam sobre coisa que gostamos –  como todo bom GEEK (gostamos de tecnologia) acabamos por falar, na maioria dos casos,  sobre tecnologia. O importante desse encontro, sem grandes objetivos, é que ao nos dispormos em ir até um bar e ficar lá conversando, sempre tem algumas coisas que surgem.

Nesses últimos tempos, motivados por alguns de nossos “membros” que tem vem se aventurando pelos caminhos do empreendorismo,  o papo tem sido muito na temática da tecnologia mas também sobre como podemos tornar nossas ideias em produtos que virão a dar lucro. Dada a paixão daqueles que falam é impossível não se empolgar e querer sair dali imediatamente para casa e “criar” um produto revolucionário que nos colocará na história. Algo tipo Google (forcei a barra mas é para um boa causa).  Como disse um colega : “Me sinto como acho que aqueles caras do vale silício se sentiram quando começaram… participando de um momento ímpar das coisas”. Exageros postos de lado, eu sinceramente que muita coisa que dizemos nesse encontram são realmente revolucionários. São controversos. São diferentes. E quem disse que a gente quer fazer mais do mesmo?

Como já disse aqui nesse blog: Estamos vivendo uma nova revolução industrial.  Estamos vivendo uma época onde temos um novo paradigma que se abre como uma imensa oportunidade de investimento. O mundo está conectado e sedento por informação, comodidade, por diferenciais.  A tempos atrás, alguns falavam de bolha da internet. Ela após um breve período ela estourou. Entretanto, as oportunidades continuam por aí e, em minha humilde opinião, sobre um terreno mais sólido que tínhamos a 10 anos. Ainda temos um mercado sedento por produtos de qualidade. Ainda temos um mercado ávido por novidades. Ainda temos um mercado demandando coisas e, de certa forma e sobre um olhar justo, disposta a pagar por estas “coisas”.

A tempos atrás ter uma vida on line era uma coisa nerds. Poucos eram que tinham uma vida on line.  Isso mudou radicalmente. Ouso afirmar que quase todo mundo com um nível médio de instrução tem esse tal vida na rede: Redes sociais, twitter, e-mails(todo mundo tem), bate-papos, etc. Segundo um jornal que li, nesses últimos anos, houveram momentos que a venda on line, de determinados artigos, superaram a venda das lojas físicas.  Vivemos a era dos livros na amazon, e não é só os já ditos heavy-users que compram, são as ditas pessoas comuns.  Outros estudos indicam que faixas de pessoas, principalmente os adolescentes, gastam mais tempo na internet do que vendo TV.  Tudo isso mostra o imenso potencial que existe e justifica a minha afirmação do parágrafo acima: Estamos vivendo uma nova revolução.

O pessoal dessa cerveja de toda segunda, acabamos por sintonizar essa vibração e,  tendo alguns perfil empreendedor,  muitos estão vendo as chances e se lançando. Daí, a sensação de estar participando de um movimento que resultará em algo grande. Embora seja só um chopp como outro qualquer (não levamos notebook, nem programados, só levamos dinheiro para pagar a conta).  Nosso grupo está capitaneado diversos produtos que estão por aí. Um dos que mais me chamou a atenção dessa última leva foi uma ideia do Vitor Pellegrino: SprintSlags. Baseando-se na ideia do todo trabalhando por todos e gerando coersão (essa foi para o Henrique Bastos) . Essas coersão acaba por elevar a todos, mesmo que para quem esteja fora, pareça um socialismo mal praticado.

Taí umas das coisa que considero revolucionária que esse pessoal bebedor vem trazendo. Uma nova consciencia sobre a questão de compartilhar:

eu te ajudo pois te ajudando estou ajudando a mudar a situação… mudando a situação estou criando oportunidades para mim e com isso contar com sua ajuda para meu projeto depois.

Ficou difícil entender. Fica ligado nos próximos capítulos que vou explicar melhor isso.

Published by Andre, on setembro 8th, 2010 at 9:42 pm. Filled under: agil,atualidades Tags: , , , , 3 Comments

Nova revolução industrial

Conversando com alguns amigos e após ver uma excelente palestra (curta – 10 minutos) do Rafael Lima sobre empreendorismo na web, fiquei com alguns pensamentos desse momento que estamos vivendo.  De certa forma, acredito que vivemos uma “nova revolução industrial”: migramos de modelos de proletariado para um modelo de operário do conhecimento.  Trocamos as rígidas jornadas de trabalho por ambientes leves e descontraídos onde a liberdade de se fazer algo é maior pois ali deve imperar o criativo.  Muitos podem dizer que isso é uma utopia – lugares com este liberdade toda – mas a cada dia que passa mais e mais empresas adotam esse comportamento num movimento de sobrevivência as mudanças do mercado.

Quando em nos anos de 1900, a sociedade conheceu o poder das industrias e toda a cultura que dela derivou, tudo mudou. Uma nova forma de fazer as coisas surgia e com ela as oportunidades para empreendedores aumentaram exponencialmente.  O mundo queria o novo e precisava do novo e com isso muitos que se aventuraram em largar o lugar “tranquilo” da agricultura e partir para construir industrias hoje tem famílias riquissímas.

Acredito que com o advento da tecnologia e da internet, uma nova revolução com efeitos semelhantes ao da revolução industrial está acontecendo agora.  O mundo não é mais o mesmo. Os paradigmas vem sendo derrubados um a um sem “perdão”. Aos poucos diversos rompimentos com padrões antigos, abrem espaços, lacunas, que acabam sendo um terreno fertil para inovar fazer diferente. Nisso, o espírito empreendedor, mais uma vez, se faz oportunista e com isso, uma nova onda de oportunidades de investimentos apresentam-se.

Essas oportunidades tem uma de suas diversas facetas as startups web: empresas que com pouco investimento e muita inovação (e também senso de oportunidade,  genialidade, etc)  vem tornando meninos de garagem em grandes empresários bilionários.  Exemplos não faltam: Google, FaceBook, 37signals, ImproveIt, etc.

A questão que o mercado está para peixe. Só que para “ganhar” tem que saber pescar e pescar o peixe certo. Tudo isso, pois da a velocidades das coisas e disponibilidade que a internet oferece,  qualquer um pode colocar um site de serviço no ar em pouco tempo entretanto, pouquíssimo serão aqueles que transformarão isso em uma empresa lucrativa.

Para ajudar a quem quer entrar nesse mercado, existem diversas iniciativas privadas e públicas. Uma deles que me chamou a atenção, graças em parte ao Rafael Lima, é o Empretec. Em breve pretendo fazê-lo e a única certeza que me deram foi que a vida da gente muda.

Published by Andre, on março 23rd, 2010 at 7:54 pm. Filled under: noticias Tags: , , , No Comments