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	<title>Blog do Andre Fonseca</title>
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	<description>blog sobre tecnologia, automação e idéias em geral</description>
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		<title>Focos nas Pessoas</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 19:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
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		<description><![CDATA[A muito tempo venho pensando em uma coisa: O que acontece quando mudamos nosso foco para a direção das pessoas? Se ao invés de focarmos em obter mais lucro, mais dinheiro, mais bens, melhores processos,  equipamentos mais rápidos, a gente simplesmente focasse na pessoa&#8230; na pessoa na forma do cliente, na pessoa e sua qualidade de vida, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>A muito tempo venho pensando em uma coisa: O que acontece quando mudamos nosso foco para a direção das pessoas? Se ao invés de focarmos em obter mais lucro, mais dinheiro, mais bens, melhores processos,  equipamentos mais rápidos, a gente simplesmente focasse na pessoa&#8230; na pessoa na forma do cliente, na pessoa e sua qualidade de vida, na pessoa que usará aquele novo equipamento, etc.</p>
<p>Existe um grupo de pessoas aqui no Rio, mais especificamente ligados a TI (desenvolvedores, designers, etc)  que proporam exatamente isso:  miraram no ser humano. Isso vem galgado no <a href="http://smallactsmanifesto.org/">Small Acts</a> (acesse o link e leia pois vale a pena).  Ao fazermos isso, centra nossas atenções nas pessoas, os resultados foram surpreendentes e nossas ações tem tido repercussões até inesperadas.  São eventos em que, por pura paixão, vamos e levamos toda a nossa &#8220;energia&#8221; (nenhum de nós ganha dinheiro palestrando, ou fazer qualquer outra coisa afim), são encontros que para muitos parecem organizados e ultra focados como grupos de usuários sendo que na verdade estamos ali para conviver, rever amigos, tomar um chopp e como bons nerds que somos acabamos por falar de tecnologia e similares.</p>
<p>E claro que por vez ou outra surgem boas iniciativas dentro desse encontros e elas, por sua vezes,  em alguns casos viram excelentes projetos e ficam famosas. Mais tudo isso acontece não porque se quer ficar rico ou famoso. Mas porque acreditamos sinceramente nas pessoas e queremos levar essas coisas, que consideramos legais, para as pessoas.</p>
<p>Pode soar para muitos como algo idealista e utópico. De certa forma, olhando friamente e tendo como base o &#8220;restante&#8221; da sociedade, realmente é.   Entretanto, quando estamos ali fazendo para nós não passa de diversão. Por muitas vezes, me pus &#8220;de fora&#8221; e fique observando: parecíamos crianças empolgadas.</p>
<p>Insisto que ainda parece um tanto utópico nesse nosso mundo consumista mas quando o foco deixa de ser o lucro, o processo, a empresa e passar ser as pessoas realmente coisas mágicas passam a acontecer. Isso eu falo e qualquer nível de relacionamento. Se pegarmos uma loja e fazermos com que a equipe foque na pessoa e não no dinheiro do cliente veremos vendas aumentar, satisfação do cliente, aumento da propaganda boca a boca, etc. Se pensarmos em ambientes de trabalho, quando temos gerentes &#8220;humanos&#8221;que focam na pessoas de seus funcionários e não os encara como recurso, todos produzem mais, ficam mais felizes, as coisa fluem sem atritos, etc.  Isso pode ser extrapolado, ouso dizer, para qualquer situação.</p>
<p>Claro que em TI isso não pode ser diferente e ao meu entender possui uma dimensão mais interessante. A maioria das pessoas que trabalham com TI são pessoas que gostam de máquinas. Sim&#8230;. elas gostam de máquinas: são seus celulares, seus computadores, seus gadgets, seus video games, e o que mais vier. Poucos são aqueles que gostam de convivência. Isso é algo que para o profissional de nossa área deve ser vencido. Quanto não são os gênios que simplesmente travam quando tem que estar dentro de uma equipe? Quantos problemas temos no desenvolvimento por problemas que nada tem relação com a tecnologia e sim com as relações pessoais da equipe? .</p>
<p>O foco nas pessoas faz que com isso tudo se inverta e verdadeiros progressos se façam. Ao focar na pessoa, os processos se humanizam e passam a levar em consideração essa dimensão. Com isso eles se tornam mais próximos da realidade. Mas factiveis. Softwares são feitos para seres humanos, em sua maioria. E por isso, em sua concepção devem ter o foco no ser humano e não da linguagem, na máquina, etc. Isso que chamamos de experiência do usuário e que vem sendo perseguido pelos grandes players do mercado.</p>
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		<title>Colocando auditoria de mudança na sua app Rails</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ruby]]></category>
		<category><![CDATA[acitverecord]]></category>
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		<category><![CDATA[metaprogramção]]></category>
		<category><![CDATA[rails]]></category>
		<category><![CDATA[tracking change]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom no meu projeto atual estou usando Ruby on Rails. Estou adorando. A coisa é realmente fantástica e me sinto obrigado a dizer que é a melhor opção para desenvolver produtos web.  Mas não é por isso que resolvi escrever este post. Quero compartilhar um aprendizado adquirido. Dentro da nossa aplicação precisamos mapear (auditoria) as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p>Bom no meu projeto atual estou usando Ruby on Rails. Estou adorando. A coisa é realmente fantástica e me sinto obrigado a dizer que é a melhor opção para desenvolver produtos web.  Mas não é por isso que resolvi escrever este post. Quero compartilhar um aprendizado adquirido.</p>
<p>Dentro da nossa aplicação precisamos mapear (auditoria) as alterações que são feitas em um determinado objeto.  Seria registrar no banco de dados quais campos alterados e, além disso, registra também qual era o valor antes e depois da alteração. Vamos a um exemplo.  Imaginemos que tenho um usuario; esse usuário tem nome, telefone e endereço. Ao alterar o nome dele, quero que fique resgistrado que seu nome foi alterado de um valor &#8220;A&#8221; para um valor &#8220;B&#8221;.</p>
<p>Ficando claro a necessidades vamos para a solução.  Passei então para procurar algum plugin que me ajudasse nessa missão. Encontrei vários.  &#8221;Acts_as_audited&#8221;,  foi um dos mais interessante que encontrei e recomendo se seu modelo for simples sem relacionamentos muito para muitos.  Mas apesar do plugin resolver o problema, fiquei intrigado de como seria possível fazer isso. Imaginei soluções das mais mirabolantes. Desde de criação de metodos proxies, a magias negras de alta classe (desculpem a brincadeira rubistas) .</p>
<p>Oque achei, como tudo no Ruby, foi a coisa mais simples e fácil já vista. Desde a versão 2.0 do rails, as classes active records ganharam alguns métodos que ajudam bastante nessa missão. São eles: changed?, changes, &lt;atributo&gt;_changed?, &lt;atributo&gt;_was, etc.</p>
<p>changed?  : ele indica se houve ou não alteração nos atributos do objeto. (false se não e true se sim)</p>
<p>changes : devolver um dicionario com as alterações que ocorreram. A chave dele é a propriedade e o valor é uma tupla com o valor antigo e o novo valor</p>
<p>&lt;atributo&gt;_changed? : é um metodo que diz se o atributo mudou. Algo como : usuario.nome_changed?</p>
<p>&lt;atributo&gt;_was : mostra o valor antigo do atributo</p>
<p>&lt;atributo&gt;_will_change! : meio que força a flag indicando que houve uma alteração.</p>
<p>Com esses métodos na mão é possível, sem ajuda do plugin fazer você mesmo sua funcionalidade de auditoria do sistema de forma bastante maneira.  Basta além deles usar os triggers before e after (create, update, etc) do model para chamar os métodos que farão a mágica acontecer.</p>
<p>Espero que ajude. Para saber mais, veja o screencast:<a href="http://media.railscasts.com/ipod_videos/109_tracking_attribute_changes.m4v"> tracking_attribute_changes.m4v</a></p>
<p>Abraços e até a próxima</p>
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		<title>[OT]Uma mensagem para meus amigos.</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 12:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Este final de semana enterrei uma amiga. Ela tinha em torno dos seus 35 anos. Morreu de cancer na medula, alguns o chamam de linfoma. Levou apenas 6 meses desde o diagnóstico ao óbito. Para mim parece que foi ontem que estivemos juntos (eu, ela e seu marido) conversando. A Patrícia foi um anjo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<div id="_mcePaste">Este final de semana enterrei uma amiga. Ela tinha em torno dos seus 35 anos. Morreu de cancer na medula, alguns o chamam de linfoma. Levou apenas 6 meses desde o diagnóstico ao óbito. Para mim parece que foi ontem que estivemos juntos (eu, ela e seu marido) conversando. A Patrícia foi um anjo da guarda para mim durante minha estadia na França. Como não pude levar minha família, por várias vezes me sentia muito sozinho e deprimido. Quando chegava nesse estado, ficava a um passo de fazer besteira (pegar o primeiro avião e voltar, etc)&#8230; nesses horas Alcino (marido de Patrícia) ou/e ela sempre apareciam e me faziam sentir em família. Isso era um balsamo para mim e tornava leve meu período lá longe.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Durante o seu velório, vi muitas pessoas lá. A maioria não eram da família; eram amigos feitos ao longo da vida em vários locais. A grande parte desses amigos vinham da michelin pois ela trabalhou lá por mais de 10 anos. Todos com quem conversei tinham lembranças parecidas a respeito dela: viam em seus memórias momentos dela rindo, confortando, brincando, falando besteira.</div>
<div id="_mcePaste">Ao voltar para casa não consegui fugir da reflexão que tal fato me causou. Não se perde uma amiga todos os dias (assim eu espero). Vi que as coisas que realmente ficam são que menos damos importância. Nesse mesmo dia, desacelerei e resolve ler com mais atenção vários twitter, textos, e-mails&#8230; Precisa digerir com mais tranquilidade e verdade aqueles conteúdos em busca dos seres humanos por trás daquilo. Confesso que me assustei com alguns, me encantei por outros, etc.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Uma das coisa que me chamou a atenção, como já disse antes, que as coisas que guardamos são os pequenos sorrisos e lágrimas que damos ao longo da existencia. Nada mais fica. Por mais que digam ao contrário, faça você mesmo um exercício e tente se lembrar de alguém que já se foi. Verá que as memórias que virão serão aquelas que marcaram seu emocional.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Nos vejo, isso também me incluo, nos mecanizando, copiando sentimos de Vulcanos (momento nerd &#8211; Star Trek) &#8230; Tendemos a dar mais valor para nossas aptidões racionais as emocionais. Nos chama mais atenção o cara que sabe para caramba, que leu 50 livros em duas semanas (pelo menos disse), e por aí vai. Mesmo que esses heróis sejam arrogantes, prepotentes, desumanos. Nessa revisão que fiz em alguns dos textos, vi um twitter em que alguém afirmou: &#8220;Prefiro trabalhar com um arrogante mais bom, do que um cara gente boa&#8230;&#8221; . Eu entendo que isso se deve ao fato que no trabalho queremos estar perto de quem nos irá ajudar. Respeito e concordo. Mas acredito, depois desse final de semana, que não podemos levar essa admiração para fora desse contexto de trabalho.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Devemos entender que não precisamos ser os caras mais legais do mundo, entretanto, não precisamos ser frios feito uma pedra de gelo. Podemos ter um pouco de doçura no tratar. Podemos entender a limitação do outro. Podemos ser humildes em reconhecer coisas boas em qualquer um. Podemos nos doar tendo paciência com alguém que não está na mesma rotação que a gente. Nunca sabemos qual será nosso dia de bilhete azul.</div>
<div id="_mcePaste">Daí, antes de eu querer dizer oque é certo  e errado, prefiro dizer deixar a pergunta: &#8220;como deseja ser lembrado ? &#8221; . A resposta dessa te dirá se deve ou não concordar com o texto acima.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Bom tudo isso para no final dizer: &#8220;Meus amigos muito obrigado por todos os momentos. Obrigado a você pelos conselhos. Obrigado a você pela chopp e pela as risadas junto. Obrigado a você que me mandou aquele torpedo agradecendo minha presênça (me fez sentir especial), obrigado a você pelo email com uma mensagem legal, obrigado a você pelo bom dia que me deu, obrigado a você pelas lágrimas que me ajudou a secar. Obrigado a todos vocês que me fazem lembrar de sentimentos e não de momentos nerds onde foram resolvidos um mega problema com um código minímo.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Precisa dizer  isso antes que fosse tarde demais.</div>
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		<title>Culpa nem sempre é do processo.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 02:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
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		<category><![CDATA[entrega]]></category>
		<category><![CDATA[integração contínua]]></category>
		<category><![CDATA[lean]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito tenho escutado neste últimos dias sobre a questão do sucesso ou não do uso de metodologias ágeis.Principalmente com relação a entregas. Primeiro preciso dizer que não sou um doutor no assunto, nem pretendo ser, muito menos um profundo conhecedor, mas considero que tenho uma pequena vivência no assunto que me permite tecer alguns comentários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Muito tenho escutado neste últimos dias sobre a questão do sucesso ou não do uso de metodologias ágeis.Principalmente com relação a entregas. Primeiro preciso dizer que não sou um doutor no assunto, nem pretendo ser, muito menos um profundo conhecedor, mas considero que tenho uma pequena vivência no assunto que me permite tecer alguns comentários sobre o assunto.</p>
<div id="_mcePaste">Uma das coisas que vejo que o pessoal parece não entender em minha humilde opinião, é que usar metodologia ágil você irá entregar o sistema mais rápido que usando waterfall, por exemplo. O que acontece que, primeiro, você foca no retorno ao investimento: isso significa dizer que você irá entregar não tudo desejado mais o que tiver mais valor para o seu cliente. Isso por si só já garante, na maioria dos casos, um cliente satisfeito, pois num tempo menor ele tem um produto perto do valor desejado. Outra coisa que o ágil faz, novamente em minha visão quase sem querer, é quebrar a entrega em partes. Isso faz com que o cliente tenha uma sensação melhor pois sempre tem um coisa nova chegando, uma entrega  contínua. O ágil prega essa quebra pois ele acredita que nunca se sabe de partida exatamente o que se quer e a medida que vamos vendo a coisa aparecer que temos maior clareza de objetivo e com isso vamos adaptando durante a caminhada o nosso objetivo. Um replanejamento contínuo.</div>
<div id="_mcePaste">A questão que ao focar nas funcionalidades que darão maior retorno imediato para o investimento  fica uma brecha para um possível erro que pode ser fatal para a sobrevivência da agilidade. Isso porque, o cliente, ou o representante do cliente, devido a um lista de coisas a fazer grande, pode se dar por satisfeito por algo que ainda está incompleto e que, pode e deve ser melhorado dependendo do negócio do produto.</div>
<div id="_mcePaste">A percepção desse problema está muito ligada ao tipo de negócio que estamos trabalhando. Pode ser que seu cliente só sentirá falta do resto daqui a anos e assim, sem criar grandes traumas, irá solicitar as evoluções e todos seguiremos com nossas vidas felizes e satisfeitos. A coisa piora quando estamos num mercado extremamente competitivo e cujo o peso da inovação é muito grande. Mercados onde o tempo certo faz toda a diferença entre o sucesso e o fracasso tende a aumentar em 100 vezes conflitos dessa natureza.</div>
<div id="_mcePaste">Voltando ao que eu disse lá em cima, não acredito que ser ágil me faça entregar mais coisa em menos tempo; acredio que ser ágil me faz entregar mais valor em menos tempo. Isso faz toda a diferença. Mas quando não respeitamos a natureza incremental do processo imbutimos uma falha nele. E não adianta dizer no futuro que o problema está no processo pois &#8220;você&#8221; o subverteu. Novamente. em muitos desses casos, o que o ágil sempre acaba fazendo é mostrar esse problema e deixá-lo evidente.</div>
<div id="_mcePaste">A questão que ao colocarmos um produto no ar, restrigindo mais a nosso mundo de ti e a um mercado de web, o quanto antes possível com o maior valor possível, não significa que ele esteja pronto. Significa que nosso primeiro ciclo fechou. Precisamos seguir. Continuar a incrementar nossa aplicação e, em conjunto com o cliente, criar uma coisa única para o usuário. Parar no primeiro passo e o mesmo que não fazer. Vai ficar a sensação de incompleto.</div>
<div id="_mcePaste">Outra coisa é que quando decidimos por entregar coisas em menos tempo o fazemos por que queremos um retorno rápido. Por meio desse retorno rápido iremos ajustar nossos processos e objetivos para melhorar ainda mais o produto. Se apenas lançarmos e partirmos para fazer outra coisa estamos perdendo uma excelente oportunidade de realizar a milha extra que todos os clientes sonham.</div>
<div id="_mcePaste">Sei que convencer o cara que assina o cheque que antes de partimos para o próximo projeto deixe a gente invistir mais um pouco de tempo no atual é difícil. Na cabeça dele o prédio está lá e por isso a obra terminou. Mas TI não é construção de prédios&#8230; ela é mais parecida com pintura de quadros. Uma vez li ou ouvi ou vi (não sei) que um artista nunca termina nada, ele a abandona pois, sempre acredita que possa melhorá-la. Isso não significa que a partir de agora todos nós vamos abandonar nosso projetos (não se matem ainda clientes). Significa dizer que a primeira versão nunca deve ser a definitiva. Ela por si só é inacabada. Precisa de um novo ciclo.</div>
<div>Somente temos idéia das interações das cores num quadro depois de pintá-lo. A experiência nos ajuda a antecipar o conhecido mas sempre teremos novidades. Sempre teremos novos usos a descobrir, etc.</div>
<div id="_mcePaste">Parte dessa confusão reside num mal entendimento motivado por nós. Vendemos que quando usamos Scrum, Lean, ou qualquer outra nome de processo, seremos mais rápidos, mais produtivos, maior qualidadde. Vendemos um contexto utópico. Só esquecemos de dizer que isso acontece por um processo de reciclagem. Isso mesmo reciclagem. Criamos, colocarmos no ar, coletamos os dados, esmagamos e refazemos tudo. Porém nosso cliente, que ainda possui requícios de waterfall, pensa que tudo estará na primeira entrega. Ele ainda não concebe que precisamos de mais indas e vindas.</div>
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		<title>Não sejamos tão radicais&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 00:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Groovy]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisa que me incomodam bastante no meio de informática é que muitos de nós são um tanto radicais. Canso de escutar pessoas dizerem que somente a tecnologia delas  &#8211; que elas usam &#8211; é a melhor. Em minha humilde opinião, comentários a parte (já escrevi, inclusive, sobre isso), não existe o ideal e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p>Uma das coisa que me incomodam bastante no meio de informática é que muitos de nós são um tanto radicais. Canso de escutar pessoas dizerem que somente a tecnologia delas  &#8211; que elas usam &#8211; é a melhor. Em minha humilde opinião, comentários a parte (já escrevi, inclusive, sobre isso), não existe o ideal e a tecnologia mais adequada para o problema.</p>
<p>Como disse antes não quero me ater a discussão do porque não existe uma tecnologia legal e se devemos conhecer mais de uma pois isso, já amplamente abordado inclusive por mim.  Quero apenas rebater um poucos os fanáticos.</p>
<p>Atualmente temos uma clara evolução do uso de duas tecnologias principalmente: Python e Ruby. O Ruby quase exclusivamente impulsionado pelo Rails ( framework de desenvolvimento altamente produtivo de aplicativos web) e python pelo seu poder ( o famoso <em>battery include</em>) e também por alguns de seus frameworks ( Django, Web2Py, Zope, Plone, etc)</p>
<p>Uma coisa que me incomoda um pouco na galera é que por muitas vezes, o pessoal que está chegando agora, vem tomando logo formas de pensar radicais. Um exemplo disso é o discurso mais do que batido que Java é mal.</p>
<p>Gente, sinceramente, Java não é mal. Muito pelo contrário, foi uma grande porta, primeiro passo, para todo esse boom que temos visto. Java, embora não seja  opensource, sempre fomentou o software livre e acabou por criar uma comunidade forte em seu entorno. Essas mesmas comunidades  que são veneradas por  muitos dos que negam o java,  surgiram desse movimento graças ao Java.</p>
<p>O grande problema, da linguagem,  que ela parou no tempo. O que por um bom tempo, sobre somente alguns pontos de vista, ajudou a protegê-la foi o mesmo que a engessou-la. Se ela tivesse se aberto para modificação, mesmo que gradualmente, possivelmente  ainda estaria sendo usada e adorada como antes.</p>
<p>É certo que criar um aplicação em rails é muito mais produtivo do que criá-la em Java ( mesmo com todos os frameworks existentes).  O mesmo vale para o Python em até outros casos.  Então por que estou, aparentemente, defendendo-a? Simples, pois quero mostrar que ainda existe vida após a morte nesse nosso mundo de TI.</p>
<p>Java , para &#8220;competir&#8221;  com essa galera tem &#8220;renascido&#8221; com outras formas que permitem sermos mais produtivos.  Um exemplo que gosto muito é o <a href="http://groovy.codehaus.org" target="_blank">Groovy</a>. O Groovy, senão me engano, foi criado por 2002 ou 2003 como uma linguagem alternativa para rodar dentro da JVM (java virtual machine). Graças ao seu sucesso foi implementada a um especificação para tornar a JVM capaz de entender outras linguagens.</p>
<p>Groovy é um Java melhorada e evoluído para os moldes desses novos paradigmas trazidos por Ruby, Python, etc.  Trouxe uma produtividade maior. Hoje é possível fazer uma aplicação nos moldes de Rails em &#8220;Java&#8221; /groovy usando o framework Grails.</p>
<p>Outra faceta desse mesmo ponto de vista tem sido o JRuby. JRuby é uma implementação do interpretador do Ruby para a JVM. Assim é possível executar código escrito em Ruby a partir da JVM.</p>
<p>A coisa não para por aí. Basta uma simples busca no google para vermos outros exemplos desse renascimento em outras formas do Java.</p>
<p>E ainda tem a pŕopria linguagem que não para de evoluir e ainda tem o seu espaço. Acredito sinceramente, que existem alguns problemas (requisitos)  os quais a melhor solução seja implementar a solução em Java.</p>
<p>Bom com certeza ainda terão aqueles que dirão que suas linguagens tem as  melhores ferramentas. Concordo plenamente. Para mim, falando por  exemplo de testes &#8211; TDD e BDD,  cucumber, rspec, mocka, should-dsl,  lettuce, entre outras são estado da arte. Porém, já encontrei coisas em  &#8220;Java&#8221; (entenda aqui conseguir testar código java, pois tem ferramenta  em Groovy por exemplo) que pelo menos chegam perto disso.</p>
<p>Bem a princípio era isso que gostaria de dizer, até a próxima pessoal.</p>
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		<title>Diário de bordo deste últimos tempos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 23:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesses últimos tempos tenho estado distante do blog mas foi por um bom motivo acreditem.  Estou numa nova empresa, a Globo.com, e lá venho tendo diversos desafios. Dentre esses diversos desafios, um deles tem sido o uso de novos tecnologias bem longe da minha zona de conforto que é o Java. Para os que acompanham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>Nesses últimos tempos tenho estado distante do blog mas foi por um bom motivo acreditem.  Estou numa nova empresa, a Globo.com, e lá venho tendo diversos desafios. Dentre esses diversos desafios, um deles tem sido o uso de novos tecnologias bem longe da minha zona de conforto que é o Java.</p>
<p>Para os que acompanham o blog a um certo tempo pode soar como repetitivo porém é válido dizer que de um bom tempo até então tenho procurado aprender novas coisas. Confesso que tenho sentido na pele o peso do ditado &#8220;<em>não se ensina truque novo a cachorro velho</em>&#8220;. Não sou tão cachorro velho assim (tenho apenas 30 anos)  embora esteja na estrada a muitos anos. Com isso, ganhasse uma certa falsa tranquilidade de estabilidade. A verdade meus amigos que nada é garantido e nos dia de hoje que não estuda (constante aprendizado) está fadado a morrer num curtíssimo intervalo de tempo.</p>
<blockquote><p>Não se ensina truque novo a cachorro velho</p></blockquote>
<p>Bem, para não gastar energia em muitas coisa e no final não conseguir chegar a lugar nenhum, resolvi focar. Taí uma boa dica para a galera: foque.  Essa situação presente de que temos que saber de tudo, tem feito um nó na cabeça de todos. Temos que ser bons em tudo. Calma.  A maior qualidade que admiro numa pessoa é sua capacidade de aprender. Não gosto daqueles caras que chegam dizendo que sabem tudo e que vomitam um monte de sopa de letrinha. Geralmente basta que se aprofunde um pouco no assunto que eles revela a sua pouco profundidade em tudo.</p>
<p>Prefiro pessoas que tenham noção das coisas e  capacidade para &#8221; se virar&#8221;, ou seja, capacidade para aprender aquela determinada tecnologia ou qualquer coisa correlata.  Mas não se esqueça de focar. Porque foco?</p>
<p>Infelizmente nós seres humanos não somos multithread. Sendo assim, é preciso tratar um coisa de cada vez, em fila.Querer estudar um monte de coisa ao mesmo tempo gera confusão e no final terá gasto um tempo enorme e terá apenas noção daquilo.Volto a dizer que admiro a pessoa que tenha um horizonte amplo mas precisamos ser mais &#8220;especialista em algo&#8221;.  Por isso foco.</p>
<blockquote><p>É legal ter foco. Evitar lidar com muitas coisas ao mesmo tempo. Fazer uma coisa de cada vez até o fim</p></blockquote>
<p>Tendo em mente isso, resolvi focar em Python. Python é uma excelente linguagem. Poderosa, permite fazer muitas coisa com um simplicidade franciscana.  Exemplos: temos excelentes ferramentas gráficas em python, <a href="http://www.djangoproject.com">Django</a>, Web2py, e por ai segue.</p>
<p>Quiz a vida brincar um pouco comigo e com isso cai num projeto novo onde tudo está sendo feito em Ruby on Rails.  Confesso que foi uma loucura no início. Mas agora estou adorando, pois está sendo uma excelente oportunidade de conhecer a funda Ruby e o Rails, coisas sobre as quais sempre escutei muito.</p>
<p>O Ruby é um experiência nova que vai muito além do uso de um nova linguagem: é experimentar um novo forma de encarar a questão de desenvolver uma aplicação.  Tudo em Ruby &#8211; veja os códigos de coisas feitas em Ruby no github &#8211; parece ter um cuidado especial para que fique bonito. Quando falo bonito, não me refiro somente o produto final, estou falando também e inclusive do código.</p>
<p>São implementações que sempre primam pela legibilidade, pelo beleza (isso mesmo) do código. Tudo parece conspirar nessa direção. Veja um exemplo:</p>
<p>3.time verifique_saldo</p>
<p>Isso é tão emblemático que tem sido copiado para outras plataformas e linguagens. Um bom caso é o Grails.</p>
<p>Bem vou ficando por aqui pois a família me chame e reclama um pouco por minha atenção. Até a próxima.</p>
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		<title>Como evoluir</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 04:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Groovy]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
		<category><![CDATA[grails]]></category>
		<category><![CDATA[rails]]></category>

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		<description><![CDATA[A poucos dias atrás eu deu uma palestra numa PythonCampus ( foi na Estácio de Madureira) para um público de cerca de 50 a 80 pessoas.  Nessa palestra, mesmo que o tema principal tenha sido falar de como fazer grandes produtos em python, aproveitei para passar alguns pontos de vista para a galera que está [...]]]></description>
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<p>A poucos dias atrás eu deu uma palestra numa PythonCampus ( foi na Estácio de Madureira) para um público de cerca de 50 a 80 pessoas.  Nessa palestra, mesmo que o tema principal tenha sido falar de como fazer grandes produtos em python, aproveitei para passar alguns pontos de vista para a galera que está começando agora.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 11px;" title="bola de cristal" src="http://www.samuelmarques.com.br/imagens/BoladeCristal.gif" alt="foto encontrada no site de http://www.samuelmarques.com.br/" width="202" height="197" />Antes de mais nada é válido dizer que apesar que já está a um bom tempo na estrada, por várias vezes me sinto como eles: sem saber para que lado &#8220;atirar&#8221;.  Hoje, como profissionais de TI, somos bombardeados a todo momento com toneladas de post de blogs, twitters, artigos, livros, lista, etc dizendo qual será ou quais serão as próximas grandes tecnologias do momento.  Frente a esse quantidade exagerada de coisas, ficamos num &#8220;mato sem cachorro&#8221; tentando dimensionar nosso tempo para investir em algo que nos garanta um bom futuro.</p>
<p>Bem frente a isso, tenho um péssima notícia: não tem uma resposta pronta, somente o famoso depende. Cada caso vai pedir uma coisa meu caro e quanto mais saber mais opções terá e com isso, mais chance de acertar a escolha.</p>
<p>Embora o assunto seja fascinante e dê &#8220;pano para a manga&#8221;, o que gostaria aqui, hoje, de falar é quanto a reaproveita conhecimento.</p>
<p>Voltando ao assunto da PythonCampus, durante a apresentação aproveitei para pergunta para a galera presente, como um pequeno censo, quantos usavam determinadas linguagem. As duas que foram mais votadas foram java e .Net. Um brve parenteses antes de continuar: Ao contrário do que a maioria pensa . NET  não é uma linguagem e sim uma plataforma de desenvolvimento. Tanto que existe muitas linguagens que foram feitas para rodar dentro do .NET (C#, ASP.NET, VB.NET, IronRuby, IronPython, etc).</p>
<p>Dado que o mercado ainda demanda por profissionais que saibam usar essas duas tecnologias, .NET e Java, fiquei pensando como seria que uma pessoa poderia dar o passo adiante rumo a uma coisa mais produtiva e diferente.  Quando falamos com alguém que a vida toda trabalhou com Freelas (aqueles projetos pessoais que a gente cobra; aquele site do tio- entendeu?) e  que por isso usou bastante PHP, por exemplo, fica mais fácil apresentar para ele Python e Rails ; a pessoa já está acostumada com aquela natureza dinâmica e não burocrática e agora apenas aprenderá algo com mais ordem e etc.</p>
<p><img class="alignright" title="homem de terno do site papo de homem" src="http://papodehomem.com.br/images/PequenoGuiaPapodeHomemparausodeGravatas_D074/3buttonsuitplaid.jpg" alt="" width="157" height="208" />Mas quando falamos de caras de Java, vem logo a imagem daquele moleque andando de roupa social  ou terno pelo centro do rio e trabalhando em grandes consultorias que cobram os olhos da fuça para fazer um helloworld e ainda por cima não entregam no prazo e nem perto do que o usuário queria.  Antes que me atirem pedras ou coisas afins, eu sei que nem toda a culpa é da linguagem tem muito do profissional.  Tendo essa perfil em mente, fica díficil converser aquele cara que ele deve aprender outro coisa. Ele não quer se esforçar muito mais e fica colocando defeito nas coisas para justificar sua preguiça.</p>
<p>Diante esse cenário caótico fiquei matutando um jeito que poderia servir de transição suave e assim, sem grandes revoluções e sim evoluções, levaria aquele cara para dentro de um mundo novo de possibilidades.</p>
<p>Para o caso do java, graças ao grande oraculo, aka Google, eu encontrei o Grails. o Grails é um spin off do raisl para a plataforma java usando a linguagem Groovy que roda dentro da JVM.  O GRails é uma implementação do rails em groovy. Segundo o próprio site do produto é rails melhorado pois pegar o que há de melhor e aprimorar frente as experiências da galera.</p>
<p>A parada é realmente boa e vale a pena baixar e testar. Com a vantagem de ainda ser Java embora a sintaxe do groovy seja muito produtiva caso resolva se lançar de cabeça. Assim como em Ruby on Rails, como muita pouca linha de código você consegue ter um site no ar.</p>
<p>Bem essa volta toda para dizer para a galera acordar para as coisas que estão acontecendo, para acordarem que não terão vida fácil,  não existe mais a linguagem solução e sim uma caixa de ferramenta e por aí segue.</p>
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		<title>Shu Ha Ri</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 22:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[evolucão]]></category>

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<p><img class="alignnone" title="Shu Ha RI" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e2/ShuHaRi.png" alt="Shu Ha RI" width="417" height="179" /></p>
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		<title>Buscar problemas</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 23:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[atualidades]]></category>
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		<description><![CDATA[A alguns dias atrás, fiz um workshop sobre metodologias ágeis com o Juan Bernabó na Globo.com. Recomendo fortemente a todos fazerem mesmo que já tenham certo conhecimento sobre o assunto, apliquem nos seus times ou qualquer outro caso. Durante todo o workshop feito por ele, cujo o objetivo é de apresentar as metodologias principalmente o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>A alguns dias atrás, fiz um workshop sobre metodologias ágeis com o Juan Bernabó na Globo.com. Recomendo fortemente a todos fazerem mesmo que já tenham certo conhecimento sobre o assunto, apliquem nos seus times ou qualquer outro caso.</p>
<p>Durante todo o workshop feito por ele, cujo o objetivo é de apresentar as metodologias principalmente o Scrum, vários jogos, dinâmicas e outras tantas coisas são feita. Entretanto, para mim, o mais interessante  foram as discussões que ocorreram entre as atividades.</p>
<p>Houve um momento que o pessoal colocou os problema encontrados no dia a dia de cada um e suas expectativas quanto ao uso de metodologias ágeis.  A primeira coisa que ficou bastante evidente foi uma expectativa que ao colocar em prático algo ágil todos os problemas desaparecerão, como que por mágica, e que todos serão felizes num ambiente super ideal.</p>
<p>A questão que o curso colocou, e que realmente achei genial, é que Scrum não é uma ferramenta somente de soluções. Ela tem muito mais um aspecto de mostrar os problemas e forma simples e rápida procurar resolvê-los.</p>
<p>Sendo assim, quem não está preparada para ver os problemas, gargalos, etc de sua empresa, ao adotar qualquer coisa no sentido, vai achar que a ferramenta não serve. Isso porque tem a expectativa errada. Verá muito mais problemas do que solução.</p>
<p>Uma outra coisa que o Bernabo falou que me fez mudar a forma de pensar foi que ser ágil não significa não ter problema : a questão é exatamente contrária, evidenciam os problemas e procura-se soluções. Contra medidas nas palavras do Juan.</p>
<p>Enfim, ao vermos a questão ágil não como mais um processo e sim como uma forma de levantar os problemas e buscar contra-medidas, fica claro a razão do sucesso e que simplesmente seguir uma cartilha não é o perfil ideal a buscar.</p>
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		<title>Clínicos Gerais ou Especialistas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 23:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente em meu trabalho o pessoal tem conversado sobre qual seria um bom perfil de profissional para a empresa. Essa discussão, embora pessoalmente eu não goste desta coisa que rotular, acabou indo para um lado bem interessante.  O que seria interessante nos dias de hoje : um &#8220;clínico geral&#8221;ou um especialista.  Com toda certeza a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p>Ultimamente em meu trabalho o pessoal tem conversado sobre qual seria um bom perfil de profissional para a empresa. Essa discussão, embora pessoalmente eu não goste desta coisa que rotular, acabou indo para um lado bem interessante.  O que seria interessante nos dias de hoje : um &#8220;clínico geral&#8221;ou um especialista.  Com toda certeza a maioria das pessoas diriam os dois. A segunda questão que coloco é : qual a proporção ? Mais clínicos ? Mais especialistas? Igual ?</p>
<p>Cada vez mais se fala que hoje é importante sermos poliglotas no que diz respeito a tecnologia/linguagens. É impossível você querer galgar posições no mercado sem ao menos conhecer mais de duas coisas (linguagens, SOs, Bancos, etc) . Com toda a certeza, muitos dos times que estão por aí, vão querer pessoas que sabem mexer com o sistema operacional (não precisa ser um gênio ou commiter do linux, mas saber usar bem vale) , pessoas que conheçam mais de uma coisa e assim tenham capacidade de sugerir soluções diversas, etc.  Isso se &#8220;agrava&#8221;quando falamos em profissionais SENIORs (experientes) .</p>
<p>Ninguém quer um cara que só saiba Java e por isso só quer fazer tudo em Java. Pode ser que o melhor caminho esteja no uso de Ruby, Python , Php, Erlang, etc.</p>
<p>É cada vez mais procurado, admirado &#8230; pessoas que sejam multidisciplinares. Mas isso tem um preço.</p>
<p>O preço que vejo na maioria dos casos que temos pessoas que tem um conhecimento raso sobre tudo. São capazes de fazer o trivial (aquele passo a passo dos tutoriais) porém se algum situação exigir um conhecimento extra elas patinam e parte desesperadas para o google ou listas.  Isso, ainda sim, pode parecer interessante, entretanto, ter especialistas é algo bom. Eles são aqueles caras que conhecem poucas tecnologias mas as conhecem bem e a fundo; são capazes de fazer desde o trivial ao mais avançado.</p>
<p>A questão é que ao desejar um poliglota com fluência em tudo, as empresas optam pelos dois extremos da mesma reta. Não vou dizer que isso seja impossível de encontrar pois, eu mesmo conheço pessoas que são, para mim, ponto fora da curva.  A questão é que levar essa cobrança a todos vai gerar decepção e por consequencia desconforto.</p>
<p>Querer que um cara seja tão bom em programar client side (css, html, javascript &#8211; jquery e jquery ui,etc- , e outras coisas) e ao mesmo tempo seja ninja na parte server é querer que o cara seja goleiro e atacante do mesmo time  ao mesmo tempo. Ter noção e conseguir safar a onça é uma coisa, agora saber a fundo destalhes de tudo é algo que deixo para as mentes mais avançadas.</p>
<p>Insisto que isso não é impossível porém exige muita dedicação e tempo. Coisa que uma pessoa que trabalhe pode não ter muito. Tempo para aprender, tempo para se aprimorar  e tempo para se manter atualizado em tudo.</p>
<p>Em contexto como pesquisas e universidades, onde os prazos são mais elasticos, isso pode ser possivel mas em empresas a coisa é menos provável.</p>
<p>Enfim, deixo a pergunta que fiz lá no início: Clinicos ou Especialistas? Qual proporção?</p>
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