Archive for the ‘gestão’ Category

Focos nas Pessoas

agosto 24th, 2010

A muito tempo venho pensando em uma coisa: O que acontece quando mudamos nosso foco para a direção das pessoas? Se ao invés de focarmos em obter mais lucro, mais dinheiro, mais bens, melhores processos,  equipamentos mais rápidos, a gente simplesmente focasse na pessoa… na pessoa na forma do cliente, na pessoa e sua qualidade de vida, na pessoa que usará aquele novo equipamento, etc.

Existe um grupo de pessoas aqui no Rio, mais especificamente ligados a TI (desenvolvedores, designers, etc)  que proporam exatamente isso:  miraram no ser humano. Isso vem galgado no Small Acts (acesse o link e leia pois vale a pena).  Ao fazermos isso, centra nossas atenções nas pessoas, os resultados foram surpreendentes e nossas ações tem tido repercussões até inesperadas.  São eventos em que, por pura paixão, vamos e levamos toda a nossa “energia” (nenhum de nós ganha dinheiro palestrando, ou fazer qualquer outra coisa afim), são encontros que para muitos parecem organizados e ultra focados como grupos de usuários sendo que na verdade estamos ali para conviver, rever amigos, tomar um chopp e como bons nerds que somos acabamos por falar de tecnologia e similares.

E claro que por vez ou outra surgem boas iniciativas dentro desse encontros e elas, por sua vezes,  em alguns casos viram excelentes projetos e ficam famosas. Mais tudo isso acontece não porque se quer ficar rico ou famoso. Mas porque acreditamos sinceramente nas pessoas e queremos levar essas coisas, que consideramos legais, para as pessoas.

Pode soar para muitos como algo idealista e utópico. De certa forma, olhando friamente e tendo como base o “restante” da sociedade, realmente é.   Entretanto, quando estamos ali fazendo para nós não passa de diversão. Por muitas vezes, me pus “de fora” e fique observando: parecíamos crianças empolgadas.

Insisto que ainda parece um tanto utópico nesse nosso mundo consumista mas quando o foco deixa de ser o lucro, o processo, a empresa e passar ser as pessoas realmente coisas mágicas passam a acontecer. Isso eu falo e qualquer nível de relacionamento. Se pegarmos uma loja e fazermos com que a equipe foque na pessoa e não no dinheiro do cliente veremos vendas aumentar, satisfação do cliente, aumento da propaganda boca a boca, etc. Se pensarmos em ambientes de trabalho, quando temos gerentes “humanos”que focam na pessoas de seus funcionários e não os encara como recurso, todos produzem mais, ficam mais felizes, as coisa fluem sem atritos, etc.  Isso pode ser extrapolado, ouso dizer, para qualquer situação.

Claro que em TI isso não pode ser diferente e ao meu entender possui uma dimensão mais interessante. A maioria das pessoas que trabalham com TI são pessoas que gostam de máquinas. Sim…. elas gostam de máquinas: são seus celulares, seus computadores, seus gadgets, seus video games, e o que mais vier. Poucos são aqueles que gostam de convivência. Isso é algo que para o profissional de nossa área deve ser vencido. Quanto não são os gênios que simplesmente travam quando tem que estar dentro de uma equipe? Quantos problemas temos no desenvolvimento por problemas que nada tem relação com a tecnologia e sim com as relações pessoais da equipe? .

O foco nas pessoas faz que com isso tudo se inverta e verdadeiros progressos se façam. Ao focar na pessoa, os processos se humanizam e passam a levar em consideração essa dimensão. Com isso eles se tornam mais próximos da realidade. Mas factiveis. Softwares são feitos para seres humanos, em sua maioria. E por isso, em sua concepção devem ter o foco no ser humano e não da linguagem, na máquina, etc. Isso que chamamos de experiência do usuário e que vem sendo perseguido pelos grandes players do mercado.

Buscar problemas

maio 20th, 2010

A alguns dias atrás, fiz um workshop sobre metodologias ágeis com o Juan Bernabó na Globo.com. Recomendo fortemente a todos fazerem mesmo que já tenham certo conhecimento sobre o assunto, apliquem nos seus times ou qualquer outro caso.

Durante todo o workshop feito por ele, cujo o objetivo é de apresentar as metodologias principalmente o Scrum, vários jogos, dinâmicas e outras tantas coisas são feita. Entretanto, para mim, o mais interessante  foram as discussões que ocorreram entre as atividades.

Houve um momento que o pessoal colocou os problema encontrados no dia a dia de cada um e suas expectativas quanto ao uso de metodologias ágeis.  A primeira coisa que ficou bastante evidente foi uma expectativa que ao colocar em prático algo ágil todos os problemas desaparecerão, como que por mágica, e que todos serão felizes num ambiente super ideal.

A questão que o curso colocou, e que realmente achei genial, é que Scrum não é uma ferramenta somente de soluções. Ela tem muito mais um aspecto de mostrar os problemas e forma simples e rápida procurar resolvê-los.

Sendo assim, quem não está preparada para ver os problemas, gargalos, etc de sua empresa, ao adotar qualquer coisa no sentido, vai achar que a ferramenta não serve. Isso porque tem a expectativa errada. Verá muito mais problemas do que solução.

Uma outra coisa que o Bernabo falou que me fez mudar a forma de pensar foi que ser ágil não significa não ter problema : a questão é exatamente contrária, evidenciam os problemas e procura-se soluções. Contra medidas nas palavras do Juan.

Enfim, ao vermos a questão ágil não como mais um processo e sim como uma forma de levantar os problemas e buscar contra-medidas, fica claro a razão do sucesso e que simplesmente seguir uma cartilha não é o perfil ideal a buscar.

Será que o sistema Toyota é falho?

fevereiro 12th, 2010

Acontecimentos recentes no mercado de automóveis, de uma forma surpreendente, tem colocado em xeque o modelo da Toyota que ficou famoso se tornou  uma referência em gestão e processos na última década.  O pessoal que tem lido jornal tem visto esses dias várias notícias informando a enorme quantidade de recall que a fábrica toyota e suas afiliadas estão fazendo no Japão e no mundo, decorrente de erros nos seus processo de fabricação,  laudos fradulentos de segurança, etc.  Tudo isso colocou em dúvida a verdadeira eficiência do modelo que se tornou a nova moda dos hippies da administração e processos do mundo.

No início do século XX  o mundo vivia sua revolução industrial impulsionado pela novo modelo Ford de produção em escala.  Em detrimento ao maneiro artesanal e caseira da fazer as coisas que tornavam os produtos “incrivelmente caros”, agora tudo é feito em grande quantidade e de forma seriada. Surge as fábricas.   Esse modelo ultrapassa o contexto industrial e começa a permear todo o comportamento social:  convívios, formas de negócio,  gestão e administração, etc.  Tudo agora deve ser grande; gigante… Não existe espaço mais para pequenos atos.  Empresa familiares dão lugar para grandes corporações, pequenos negócios de esquina agora fazem parte de cadeias de lojas e por aí seguimos.

Com a vinda da segunda guerra mundial, em nome do esforço de guerra, esse modelo de grande escala ganha mais força: tudo deve ser feito aos milhões.  Pequenos defeitos e erros de cálculos são tolerados pois, estatisticamente, representam uma porcentagem infinitesimal frente ao todo.  Porém do outro lado do mundo, ao final do conflito, existia um Japão arrasado, sem homens, sem recursos naturais abundantes, sem espaço, destruído por duas bombas nucleares.  Nesse país um sonhador  vindo de uma família de empreendedores tenta construir um futuro. Assim nasce a Toyota.

A Toyota, (diversas fontes dizem que ela foi fundada em 1937, porém acredito que a sombra da empresa que conhecemos hoje começou no pós-guerra)  ao contrário da Ford (a grande Ford com suas imensas indústrias no USA)  estava num contexto de escassez. Tudo faltava.  Não havia aço, não havia homens, faltava tudo… Não existia espaço para desperdício. Não havia margens para erro.  Usando toda a herança cultural japonesa de perfeição,  a Toyota criou todo um universo de processos visando a redução e até a eliminação total de todo e qualquer processo ou coisa que não gerasse valor para o cliente final dela.

Nos anos que seguiram esse conjunto de boas práticas e regras se mostrou extremamente vencedor e hoje a Toyota é maior fabricante de carros do mundo superando  de longe qualquer outra.  Hoje eles são os melhores, a referência,  a meta a atingir.

Assim como o modelo Ford, nos seus áureos tempos, ultrapassou os limites  das fábricas para fazer parte de tudo na cotidiano das pessoas, o modelo toyota também achou seu caminho em outras áreas como administração, gestão de projetos, desenvolvimento, etc.  Da década de 80 a até atuais dias passou a ser o hippie do momento, o novo frisson dos intelectuais e vanguardistas do mercado.  Não tardou para que a “forma Toyota” de fazer as coisas fosse traduzida para outras realidades. Principalmente em desenvolvimento de softwares que até esse momento era predominantemente  do jeito Ford com conceito de fábricas de software e encadeamento de atividades (o famigerado cascata – waterfall).

Logo nosso dia a dia de desenvolvedores e gestores de projetos deixou de ser sopas de letrinhas como PMI, CMM, RUP, UML , etc para ser JIT (Just in Time – o justo na hora certa),  KANBAN,  cadeia de valores, etc.

Entretanto, nos últimos anos, notícias de que a Toyota estaria fazendo recalls se tornaram frequentes nos jornais do mundo. Recall é o processo que a empresa chamada todos os usuários (compradores) de um determinado produto a o levarem de volta para consertar algo que possua um defeito de fabricação oriundo de erros de projeto, processo, etc.   por mais transparente e honesto que seja o processo, ele sempre acaba manchando a reputação da empresa… Isso só fica pior quando falamos de uma empresa que “vende” que tudo que faz é perfeito (isso também vem da própria cultura japonesa).  Tais fatos sairam do ambito da economia para entrarem no ambito da gestão, pois  muito se vendeu nos últimos tempos que o processo Ford não funciona e que a salvação era o Sistema Toyota.

Seguidores  estão em panico pois tais fatos colocam em xeque seu grande salvador.  Mas será que realmente que esses acontecimentos são o sinal que esse processo não é tão bom quanto pensávamos? Será que devemos procurar um novo jeito? Será que devemos voltar ao que “funcionava” antes? E agora quem poderá nos ajudar?

Confesso que gostaria de ter essa resposta mas acho que somente o tempo dirá, embora, acredite numa máxima de Buda : ” o caminho sempre será o equilíbrio” . Possívelmente esse seja um processo pelo qual o mercado precise passar para deixar de criar “balas de prata” e passe a usar a inteligencia de seus profissionais para resolver cada problema.  Não existe solução única. Existe é inteligência, criatividade e vontade de evoluir.

Agora tais problemas também podem ser  culpa de um processo mal gerido de crescimento onde os atuais administradores da empresa esteja rompendo com as bases culturais que nortearam a empresa até hoje.  Eu vi um processo semelhante a esse acontecer dentro da michelin com a morte dos herdeiros naturais da empresa.  Por isso, mais uma vez a cautela e prudência são as melhores amigas nesse momento ao analisar os fatos.

Penso que é preciso olhar com a mente aberta aos fatos e se permitir questionar. Fé cega a gente deixa para as religiões.

Bases de Conhecimento

janeiro 13th, 2010

Hoje, na hora do almoço, tive uma conversa super legal com um colega do trabalho. Conversamos sobre a questão do conhecimento e como ele poderia ser difundido dentro da empresa.  o assunto surgiu do fato de termos identificado que muitas empresas por onde passamos de diferentes tamanhos cometeram o erro de não cuidar da “circulação” da inteligência coletiva da equipe.

Tenho certeza que a maioria que está lendo esse artigo agora tem um exemplo de algum projeto que várias soluções foram adotadas, usadas, criadas, etc e por alguma razão obscura não foram documentadas.  Daí um tempo depois um outro projeto precisa de algo parecido e ninguém lembra mais como foi feito aquela implementação e por fim, todos acabam salvos por algum tarado que guardou o código e lembrava de onde estava aquele algoritmo na montanha de classes. Exageros a parte, isso é um dos sintomas do problema que gostaria de conversar com vocês sobre.

Poucos times de desenvolvimento, pelo menos que eu conheço ou ouço falar – fora open source – tem um cuidado em manter o conhecimento. Manter conhecimento significa guardar esse aprendizado de alguma forma que permita que no futuro ele  esteja disponível e facilmente seja encontrado.  Quem pensou em base de conhecimento, acertou em cheio. Estou falando exatamente nisso.  Em tempos que a rotatividade dos profissionais nos locais e projetos é alta, guardar o conhecimento e “organizá-lo” tornou-se o diferencial, “o pulo do gato” !.  Os franceses tem uma excelente expressão para isso : “Savoir faire”…

Para fazer isso não precisa necessariamente ter uma mega ferramenta, com recursos mágicos e inteligência artificial. Podemos começar simples.  Um bom primeiro passo seria até mesmo um arquivo texto.

Antes que nossos colegas gerentes pensem que essa é mais uma oportunidade para desperdiçar seus valiosos recursos (odeio esse termo), os ganhos são grandes demais para ignorá-los.  Ao ter uma boa base de conhecimento a curva de produtividade de um novo membro é rápida; o cara novo “pertuba” menos os demais; etc.

Bem depois eu volto no assunto. Aguardo o comentários de vocês para enriquecer.

Medo de Mudar

dezembro 10th, 2009

O ser humano por mais desbravador e aventureiro que seja seu espírito ( estamos tentando ir para todo lado, entender tudo, etc)  sempre vive um desconforto frente a possibilidade de experimentar o novo.  Que criança nunca “torceu o nariz” quando a mãe mandava provar uma comida que não tinha visto antes; que pessoa num recuou frente a um possibilidade de ir em direção a uma oportunidade nova; quem nunca sentiu insegurança quando se formou e agora terá de enfrentar um mundo novo…  O problema é quando esse desconforto virá medo paralisante e inconscientemente nos tornamos agressivos com relação aos agentes da mudança.

Temos vivido um momento muito interessante dentro do mercado de TI : todo o processo, o “como fazer”, qualidade, e muitas outras coisas, tem sido questionado, paradigmas quebrados, novos processos, novas metodologias, novas linguagens, e muitas outras que se continuasse poderia facilmente escrever páginas e mais páginas só com a lista.  Isso acaba gerando um estado de CAOS (caos não é desordem, é ausencia de ordem) , num sentido que não existe uma forma única de fazer mais nada. Isso é algo ímpar e altamente interessantes pois as possibilidades são quase que infinitas.  Por outro lado, para o pessoal menos aberto a mudanças, ou até menos preparado para oque está acontecendo, isso representa uma “escuridão” plena, na qual não é possível enxergar o terreno por onde se caminha. O medo, ou melhor, o receio não é algo ruim, nem deve ser evitado, ele é um recurso importante de nossa inteligência pois nos impede de colocar a “mão na aranha e ser picado”, mas ele não pode ser nunca paralisante.

O receio frente a mudanças deve ser tratado com serenidade e inteligência, onde um bom primeiro passo seria procurar entender melhor essa novidade. Além de entendê-la verificar se ela trará algum valor para seu trabalho ou empresa. E por fim, dar um chance, verdadeira (famoso coração aberto, mente aberta, entrega total) a proposta e vivenciando num universo controlado julgá-la. Em diversos casos relatados por colegas que tentaram trazer novidades, ou fizeram consultorias contratadas para promover algum tipo de mudança, e outras possibilidades,  sempre ouvi exemplos de reativos: pessoas que se recusavam a ouvir, entender e até mesmo tentar aquilo. Alguns partiam para atitudes agressivas, criticando de forma cega e tendo atitudes de sabotagem.

Quando o medo (receio) frente a mudança se torna agressividade – agressividade aqui diz respeito ao bloqueio e criticas mordazes -  isso acaba virando um jogo perigoso e, em minha opinião, NUNCA é (ou será) bom para nenhuma empresa.  Em muitos casos,  as coisa ficam num clima de guerra onde existe o pessoal que defende a mudança “com unhas e dentes” e outros que contrariam as mudanças “com unhas e dentes” .  Sei que existem milhares de técnicas, dinâmicas, e outras coisas, que podem miticar esse clima, mas um vez esse ambiente criado sempre existirá um desgaste que poderia ser evitado se as pessoas agissem como humanos e fossem mais desbravadoras.

Antes que confundam e passem a pensar que estou incentivando a aceitar toda e qualquer mudança, quero dizer que não sou a favor de sairmos agora experimentando tudo de novo que for divulgado ou criado.  Ainda acredito na questão da sustentabilidade – empresas que são muito vanguardistas  acabam pagando um preço de falta de profissionais e manutenabilidade no longo prazo, por exemplo – embora também penso que, profissionais principalmente de TI, devem sempre estar estudando e lendo sobre as novidades que estão surgindo até mesmo para ter uma opinião concreta sobre o assunto e um dia decidir se vale ou não a pena usar aquilo.

Como sempre digo, o caminho sempre estará no meio.   Ser fechado e averso a tudo novo e agir de forma agressiva ( criticando, trabalhando para falhar a iniciativa, defamando as pessoas, etc) é estupidez e uma tremenda burrice. Agora ser um viciado em novidades e sair usando versões noturna (nightbuilds) de tudoé loucura e inconsequência juvenil demais para um profissional.  Ponderar entre o já conhecido e sob controle e a novidade é algo que só traz benefícios e exemplos disso não faltam no mercado.

Parábola do cachorro inteligente

outubro 21st, 2009

Pessoal recebi um texto de um amigo por email e não sei de quem é a autoria, mas o fato é que ele é sensacional e reflete muitas das coisas nas quais eu acredito quanto ao relacionamento humano.

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo,
foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu: – ‘Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado:’
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.
Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro,
colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão,
pulou e apertou o botão para fechar o sinal.
Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua,
até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso.
Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo,
foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-’Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!’
A pessoa respondeu: – ‘Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!’

Moral da História (filosofia barata):
‘ Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado’

Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.

Sensacional.