Conversando com alguns amigos e após ver uma excelente palestra (curta – 10 minutos) do Rafael Lima sobre empreendorismo na web, fiquei com alguns pensamentos desse momento que estamos vivendo. De certa forma, acredito que vivemos uma “nova revolução industrial”: migramos de modelos de proletariado para um modelo de operário do conhecimento. Trocamos as rígidas jornadas de trabalho por ambientes leves e descontraídos onde a liberdade de se fazer algo é maior pois ali deve imperar o criativo. Muitos podem dizer que isso é uma utopia – lugares com este liberdade toda – mas a cada dia que passa mais e mais empresas adotam esse comportamento num movimento de sobrevivência as mudanças do mercado.
Quando em nos anos de 1900, a sociedade conheceu o poder das industrias e toda a cultura que dela derivou, tudo mudou. Uma nova forma de fazer as coisas surgia e com ela as oportunidades para empreendedores aumentaram exponencialmente. O mundo queria o novo e precisava do novo e com isso muitos que se aventuraram em largar o lugar “tranquilo” da agricultura e partir para construir industrias hoje tem famílias riquissímas.
Acredito que com o advento da tecnologia e da internet, uma nova revolução com efeitos semelhantes ao da revolução industrial está acontecendo agora. O mundo não é mais o mesmo. Os paradigmas vem sendo derrubados um a um sem “perdão”. Aos poucos diversos rompimentos com padrões antigos, abrem espaços, lacunas, que acabam sendo um terreno fertil para inovar fazer diferente. Nisso, o espírito empreendedor, mais uma vez, se faz oportunista e com isso, uma nova onda de oportunidades de investimentos apresentam-se.
Essas oportunidades tem uma de suas diversas facetas as startups web: empresas que com pouco investimento e muita inovação (e também senso de oportunidade, genialidade, etc) vem tornando meninos de garagem em grandes empresários bilionários. Exemplos não faltam: Google, FaceBook, 37signals, ImproveIt, etc.
A questão que o mercado está para peixe. Só que para “ganhar” tem que saber pescar e pescar o peixe certo. Tudo isso, pois da a velocidades das coisas e disponibilidade que a internet oferece, qualquer um pode colocar um site de serviço no ar em pouco tempo entretanto, pouquíssimo serão aqueles que transformarão isso em uma empresa lucrativa.
Para ajudar a quem quer entrar nesse mercado, existem diversas iniciativas privadas e públicas. Uma deles que me chamou a atenção, graças em parte ao Rafael Lima, é o Empretec. Em breve pretendo fazê-lo e a única certeza que me deram foi que a vida da gente muda.
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