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Viagens, opiniões e afins

by Andre Fonseca


Gerenciamente de Alarmes em projetos de supervisórios e IHM

Em aplicações industriais existe algo que o pessoal que as desenvolve chama de alarme. O alarme, para o pessoal do corporativo entender, é algo mais que avisos de tela e arquivos de log da aplicação. É assunto sério e a atenção para ele vem aumentando ultimamente.

Um sistema industrial, na maioria dos casos, é feito para supervisionar um processo ou planta. Por isso sempre é muito rico em sinópticos (telas com representações gráficas/ esquemáticas  das plantas ou processos).

Imagem exemplo de sinóptico da feg unesp

Imagem exemplo de sinóptico da feg unesp

Tais sinópticos são ricos em uso de cores para alerta, sinalizações de falhas, aviso de equipamento em uso, etc. Tudo isso visando facilitar a vida do operador. Entretanto, só isso, no mundo atual onde a redução de pessoal é meta de grandes (mas isso é papo para outro post), não basta. Por vezes, o próprio automatismo, pode detectar um situação insegura é alertar ao operador, inclusive, sugerindo uma ação, por exemplo: “Nível pressão do oléo alta, abrir válvula de alívio”. Esses avisos, textuais, são os alarmes.

O uso dos alarmes, até então, era mais como avisos de falhas, alertas de manobras, etc. Porém isso vem mudando e ganhando novas cores e atenções por parte de todos.  Notou-se que os alarmes podem ser mais inteligentes, sugerindo criticidades, ações imediatas, etc .. servindo como um guia para operador.  Além disso, os alarmes,  também representam uma fonte importante do comportamento da planta, máquina, processo, etc.  Esses dados podem ser usados para uma otimização ou redução de tempos de paradas por conta de falhas redundantes.

Alarmes são coisas sérias e tem padrões e regras.

Muitos que nunca participaram de grandes projetos (grandes não em tamanho mais em qualidade e desenvolvimento e complexidade) podem, num descuido, considerar alarmes algo que possa ser feito de qualquer jeito, sem grandes explicações ou padrões (regras) a serem seguidas ou adotadas. Mas o pessoal da ISA, principalmente, através de suas publicações e etc, vem mostrando exatamente o contrário.

Em edição recente da Revista da ISA (InTech Brasil ed 113), não faltam matérias sobre o assunto como estudos de casos,  projetos de implatanção, etc.  Para verem quão importante é isso.  Por exemplo, existe uma norma ISA, em vias de finalização, senão me engano sobre a gestão de alarmes (ISA SP18.02).

Published by Andre, on agosto 9th, 2009 at 11:16 pm. Filled under: atualidades,automação Tags: , , , No Comments

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